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Language:
Português brasileiro
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Published:
2022-07-16
Words:
3,401
Chapters:
1/1
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36
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2
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595

aliviando o stress

Summary:

Com as semanas de provas chegando e o final de semana se aproximando, Ace sabia como sua namorada, Riddle, estaria uma pilha de nervos.

Por isso, decidiu a ajudar a relaxar da melhor forma possível: a fazendo gozar, é claro.

Work Text:

Ace estava esperando por aquela noite a semana toda. O nível de ansiedade e animação era tanto que seus braços estavam arrepiados e Deuce brincou dizendo que ela parecia um cachorrinho vendo o dono depois de muito tempo. Não era lá uma comparação tão errada, visto que Ace realmente mal tinha visto Riddle aquela semana. 

Sua namorada era uma garota muito séria e com as semanas de provas chegando, Riddle se tornou ainda mais arisca, fugindo de cada toque e avanço que Ace tentava ou apenas pensava em fazer. Parecia que a ruivinha sabia exatamente o que passava na mente tumultuosa de Ace. 

Aquela “greve” acabou quando Ace empurrou Riddle sobre uma das estantes da biblioteca e a beijou tão forte, por tanto tempo, que um rastro de saliva estava correndo pelo queixo da Rosehearts quando se separaram. Foi uma sensação deliciosa e Ace segurou o rostinho lindo de Riddle entre as mãos e a beijou novamente, não conseguindo se controlar. 

Ace fez seu maior teatrinho de estar morrendo de saudade (o que não era mentira) e que o final de semana se aproximava e Riddle sempre ficava agitada antes de voltar para casa (outra coisa que não era mentira), por isso, ela propunha que elas dormissem juntas (e apenas dormir!) naquela noite de sexta. 

Riddle não tentou negar e acabou por aceitar, dizendo que Ace deveria esperar até depois das dez, o horário do toque de recolher da Heartslabyul para ir até seu quarto. 

E lá estava Ace, com seu short preto de flanela e uma blusa crop top branca que usava para dormir. Sua pantufa de patinho (um presente de Deuce) estava em seus pés, e ela bateu na porta com entusiasmo. Fazia tanto tempo que não ficava de denguinho com sua namorada que apenas pensar naquilo a deixava eufórica. 

— Pode entrar, Ace. A porta está destrancada. 

Era impressão de Ace ou a voz de Riddle parecia mil vezes mais cansada? 

Franziu o cenho e entrou e como todas as vezes, Ace ficava surpresa em como o quarto de seu amorzinho era tão arrumadinho e organizado. Tinha milhares de livros perto da cama, ao pé da cama, na mesa de estudos e ainda mais deles nas prateleiras. Riddle passava muito tempo lendo, o completo contrário de Ace que preferia mil vezes jogar basquete a ler um mínimo parágrafo. 

— Boa noite, Ricchan — Cumprimentou dando um sorrisinho, olhando para a garota que estava em pé no meio do quarto. Sua boca salivou.

Riddle estava com uma camisola transparente branca; a vestimenta caía leve pelo corpo magro da outra garota, não marcava nada, mas o simples fato de poder ver brevemente a calcinha dela deixou Ace um tanto perturbada. Por cima daquele pedaço de pecado, ela usava um roupão vermelho, longo, que quase tocava o chão. Os cabelos ruivos estavam presos em uma trança de lado, essa que já estava começando a se soltar. Com os pés cobertos apenas por meias finas e brancas, Riddle abriu um sorrisinho quase hesitante e muito cansado. Seus dedos com unhas curtinhas e bem cuidadas estavam sem esmalte, o que era definitivamente estranho, mas não importante o suficiente para ser questionado. 

Em três passos, Ace estava bem na frente de Riddle e logo a envolveu em um abraço apertado, que foi retribuído. O cheiro dela sempre era o mesmo: rosas vermelhas e baunilha. Ace encostou o nariz no cabelo dela, inspirando aquela fragrância que tanto amava. 

— Te deixei esperando muito tempo? — Perguntou baixinho, apreciando o contato físico e matando a saudade de ter sua namorada nos braços. 

— Na verdade… — Riddle hesitou. As mãos dela estavam em suas costas e ela afastou a cabeça de onde estava posta sobre sua clavícula. — Estava tão ocupada com uns papéis que nem percebi o tempo passando. 

Uma careta apareceu no rosto da Trappola, careta essa que não passou despercebida por Riddle. Os olhos grandes e cinza acinzentados dela pareceram lhe pedir desculpas e… ah, cara, Ace não conseguia dizer não ou ficar brava com aqueles lindos olhões. 

Preferiu se inclinar e selar seus lábios em um beijinho bobo, um breve tocar de bocas, para logo em seguida passar a dar vários beijinhos no rostinho bonito de Riddle, essa que soltou uma risadinha baixa, colocando as mãos agora em seus ombros. 

— Para, Ace!

— Nãao… — Resmungou, dando outro beijinho, esse que veio acompanhado de uma mordidinha. — Minha namorada é muito fofa pra eu parar!

Outra risadinha e o coração de Ace se encheu de amor, de felicidade também. Era tão raro ver Riddle assim: descontraída, se permitindo rir e ser apenas uma garota normal do segundo ano do ensino médio. Bem sabia como a vida na família Rosehearts era difícil, o quanto machucava Riddle voltar para casa e ter que lidar com as críticas e os milhares de deveres. Era um peso muito grande para se carregar, além do de líder de dormitório e tudo o que Ace queria era aliviar um pouco aquele peso; deixar claro que Riddle podia contar com ela, mesmo que não fosse a pessoa mais responsável ou eficiente naquelas situações. Ace faria qualquer coisa por Riddle porque a amava tanto que às vezes chegava a doer um pouco. 

Sua irmã mais velha uma vez disse que o primeiro amor era o mais intenso e sinceramente, Ace Trappola não duvidava nem um pouco. Ela tinha tantas borboletas no estômago só de estar perto de Riddle que sentia que podia vomitá-las a qualquer instante. 

— Ok, chega, chega! — Por fim, a ruiva mais velha se afastou um pouco, ainda com um sorrisinho nos lábios. Suas bochechas estavam levemente coradas, tão adorável que Ace quis beijá-la novamente, contudo, se conteve. — Eu ainda tenho que terminar de ver uns relatórios, mas é rapidinho e eu prometo que vamos dormir. 

Ace revirou os olhos e em vez de deixar a namorada se afastar, a segurou firme pela cintura, puxando-a para perto.. O vermelho nas bochechas de Riddle se intensificaram e Ace sorriu galanteadora. 

— Sério, Ricchan? Nós ficamos a semana todinha sem se ver e você vai me trocar de novo por papéis insignificantes? — Fez manha, acariciando a cintura dela, mas não deixando de segurá-la firme. 

— Não são insignificantes… — Murmurou ela, desviando o olhar para o outro lado, parecendo constrangida. — Eu sinto muito por ter… fugido de você esse tempo, mas eu precisava me concentrar. 

— Isso quer dizer que eu te tiro a atenção?

— O que você acha? — A pergunta era retórica e Riddle agora a olhava nos olhos, e mesmo que eles brilhassem com convicção, ela ainda estava vermelha, o que deixava a situação ainda mais engraçada e adorável. 

— Acho que você deveria ir pra cama comigo agora e dormir de conchinha. 

Foi a vez de Riddle revirar os olhos, mas ela ainda estava sorrindo, o que era bom. Ace suspirou, e por fim, deixou que ela se afastasse.

No último instante, seu cérebro teve uma ideia brilhante e ela chegou primeiro na cadeira, puxando Riddle para seu colo. A ruiva arfou, surpresa e olhou para Ace com espanto nos olhos. 

— Não tem problema ficar sentada no meu colo, tem? Prometo que não vou fazer nada, só quero ficar perto de você. — A mentira saiu simples e Riddle semicerrou os olhos, mas nada disse, apenas se ajeitou no colo de Ace e voltou a seu afazeres. 

Nos primeiros minutos, Ace realmente não fez nada. Ela manteve os braços ao redor da cinturinha de Riddle, a testa encostada nas costas dela, apenas respirando o cheiro dela, apreciando o calor da pele, contudo, aos poucos, Ace começou a dar beijinhos na nuca de Riddle. Eram beijinhos curtos e bobos, nada que emanasse energia sexual. Riddle se arrepiou, deu uma leve mexidinha, mas não protestou. Ace sorriu vitoriosa. 

As mãos na cintura de Riddle começaram a se mover lentamente. Carinhos delicados, cheios de doçura logo começaram a descer para as coxas da garota, mas ainda assim, sendo leves, sem alguma outra intenção, por mais que “outra intenção” fosse tudo o que Ace pensasse sobre. 

Continuou atacando o pescoço da ruiva com beijos agora um pouco mais demorados, mais molhados, até se atreveu a dar uma mordidinha. Riddle deu um pulo e se virou para olhar Ace com o rosto corado. 

— Ace, o que você está fazendo?

— Ué, Ricchan, não entendi. Só estou te fazendo carinho. — Sou muito cínica, foi o que pensou a alaranjada. 

— Carinho, uhum, sei. — Riddle fez um biquinho e voltou a se virar, disposta a terminar o que estava fazendo. 

Ace sorriu novamente, um sorriso cheio de malícia. Ela voltou a ficar quieta, deixando as mãos na coxa da namorada onde estavam, fazendo movimentos circulares com os polegares. Riddle se remexia de tempos em tempos, como se estivesse incomodada com algo. 

— Falta muito? — Questionou baixinho, dando um beijo na bochecha da namorada. 

— Só um pouquinho mais. 

Ótimo. 

Ace não respondeu, em vez disso, voltou com os carinhos, com os beijos. Subiu os lábios entreabertos, roçando-os na pele arrepiada do pescoço de Riddle, chegando até atrás do ouvido dela, onde chupou o local com força. Riddle tremeu em seu colo, se Ace pudesse vê-la pela frente, perceberia o rubor em seu rosto e a luxúria dançando nos olhos dela, mas Ace não podia e conseguiu apenas ouvir o arfar carregado de seu amor, algo que a deixou muito satisfeita. 

— Ace. Quanto mais você me interromper, mais tempo vai demorar. 

— Hmmm… Mas eu não estou te interrompendo, Riddle-ryochou. Não estou mexendo nas suas mãos, estou? — Teve a cara de pau de perguntar, lambendo o local que tinha acabado de chupar, soltando uma risadinha. 

Riddle permaneceu em silêncio, mas em alguns instantes, sua caneta voltou a se mover e Ace quase não pôde acreditar. Como ela estava conseguindo aguentar tanto assim?!

Aquilo recorria a medidas drásticas!

Ainda distribuindo beijos molhados pelo pescoço de Riddle, Ace começou a mover uma mão. Seus dedos subiram calmamente, deslizando por aquela pele leitosa tão deliciosa de se deixar marcas. Era como um toque fantasma de tão leve, mas certamente não passou despercebido por Riddle, visto que ela suspirou. 

Essa mesma mão passou pela barra da camisola, esfregou nos dedos o tecido frágil, apenas para soltá-lo logo em seguida e continuar seu caminho por debaixo da camisola. Olhando as costas de Riddle, foi possível ver o momento que ela se tencionou. 

Bom, muito bom.  

— Ace. — A voz de Riddle saiu como um aviso, mas estava trêmula e não lhe passou alguma confiança. No fim, preferiu não responder. 

Os dedos atrevidos continuaram a subir, subir e subir. No local onde a coxa encontrava a cintura, Ace deu um beliscão brincalhão. Riddle deu outro pulo, movendo o quadril sobre sua perna. Ace mordeu o canto da bochecha. Riddle tinha gemido baixinho. Ela tinha ouvido, tinha certeza que sim. 

Sua boca estava perto do pescoço de Riddle, e ela não perdeu tempo em fincar os dentes ali, chupando e criando uma grande marca. O pequeno corpo de Riddle se convulsionou, sua intimidade roçando na perna de Ace novamente, trazendo arrepios deliciosos por sua espinha. Riddle começava a sentir que estava perdendo a compostura, um fogo muito quente lambia seu interior e a cada minuto ficava mais difícil de resistir se entregar. 

Finalmente, os dedos de Ace passaram pela parte superior de sua calcinha, escorregando por cima dela, chegando onde ambos queriam aqueles dedos. Foi apenas um acariciar pequeno, nada contínuo, mas o simples toque em seu clitóris fez com que Riddle gemesse. Ela arregalou os olhos, em choque, e levou uma mão até a boca. Ace mordeu o pescoço dela novamente, soltando uma risadinha. 

— Ace… é sério… 

— Só uma vez, Ricchan. Deixa eu te fazer gozar só uma vez e eu juro que te deixo em paz. — Pediu com a voz doce, os dedos acariciando aquele monte de nervos que deixava Riddle completamente perdida. 

— S-Só uma vez. 

Ace mordeu o lábio inferior e com muita força de vontade, fez com que RIddle se levantasse e sentasse de frente para ela, com as pernas abertas, em cima de sua própria coxa. A visão de sua namorada com o rosto vermelho, aquela camisola transparente e o roupão simplesmente a deixou descontrolada.

Sem aquela delicadeza de antes, Ace puxou Riddle pela cintura, fazendo questão de levantar seu joelho, deixando que a intimidade molhada de sua namorada se esfregasse contra ele. O gemido que Riddle deu foi delicioso. Ace queria mais. 

Voltou a beijar o pescoço dela, empurrando o roupão pelos braços dela até que caíssem no chão, sendo completamente esquecido. Ace beijou, mordeu e lambeu o pescoço dela, deixando sua marca ali, mostrando para todo mundo que Riddle Rosehearts era de Ace Trappola e mais ninguém. 

Riddle colocou as mãos em seu pescoço, o quadril se movendo contra sua perna. Era algo natural, provavelmente nem mesmo percebia, mas Ace percebeu e percebeu muito. Riddle estava tão molhada (e em tão pouco tempo) que dava para sentir em sua perna, fazendo Ace morder o lábio novamente, gemendo baixinho. As investidas contra seu corpo era delirantes. Nem em seus sonhos mais pervertidos ela imaginou que teria sua linda e gostosa namorada se esfregando em sua perna como uma cadelinha no cio. 

Ah, mas era muito bom e saber que era a realidade só tornava tudo ainda mais excitante. 

— Isso mesmo, Ricchan, se esfrega na minha perna o quanto quiser. — Sussurrou no ouvido dela, dando uma lambidinha atrevida. Riddle tremeu novamente. 

— A-Ace, isso… — Era adorável como ela não conseguia formar frases completas. 

Sem conseguir se conter e nem mesmo querendo, Ace beijou Riddle fervorosamente. Foi um beijo cheio de língua e mordidinhas e quando se separaram por falta de ar, havia um rastro de saliva escorrendo pelo queixo de Riddle. 

O rosto dela estava tão… tentador. Ace tocou o queixo dela, limpando a saliva e forçou seu polegar entre os lábios vermelhos pelo beijo. Riddle abriu os olhos, esses que estavam faiscando por desejo e estavam levemente marejados, assim como abriu a boca e deixou que o dedo de Ace entrasse, logo pousando em sua língua. Riddle envolveu o dígito com a língua, gemendo enquanto fazia aquilo. 

“Porra, porra… ela é tão gostosa!” A mente de Ace berrava. Ela mesma se sentia tão molhada e excitada que podia morrer. 

Sua mão livre voltou para o clitóris de Riddle. Dois dedos estavam o instigando, às vezes, apertando, e quando fazia isso, os movimentos do quadril de Riddle se tornavam descontrolados, ainda mais intensos. 

— Você está se saindo tão, tão bem, Ricchan — Murmurou, sorrindo e passando a língua pelos lábios. As bochechas de Ace também estavam vermelhas, e seus olhos do mesmo tom brilhavam de puro tesão. Riddle gemeu mais alto com aquela visão, perdida completamente naquele fogo intenso. 

— Ace, eu… — Gemeu, a cabeça se jogando para trás, os olhos se revirando e seu quadril se movendo ainda mais rápido. 

— Goza pra mim, princesa. Vem. — Ordenou Ace, movendo seus dedos ainda mais rápido e levantando sua perna, trazendo ainda mais fricção para Riddle. 

O corpo todo de Riddle tremeu, suas mãos se fecharam em suas próprias coxas, seu quadril tremendo e se movendo ainda mais rápido, a fricção completamente deliciosa, ainda mais quando Ace instigava ainda mais seu clitóris. 

Seus olhos se reviraram e ela gozou fortemente, gritando, nem mesmo tendo noção de quão destruída estava e do quão alto foi aquele grito. 

Seu quadril ainda tremia, espasmos de prazer dançando por sua pele, a mente completamente camuflada por prazer. 

Ace puxou o rosto de Riddle e a beijou novamente, dessa vez, mais lentamente. Riddle gemeu entre o beijo, se agarrando na namorada como se dependesse completamente disso. 

Riddle gozou tanto que molhou a perna de Ace, não que ela se importasse. A sensação só fez com que se sentisse ainda mais satisfeita, mesmo que ela própria não tivesse chegado lá. 

— Mais relaxada, eu imagino? — Perguntou em tom de brincadeira e Riddle, que ainda estava muito vermelha, escondendo o rosto em seu pescoço. Ace não pode evitar rir. 

— Ace, você… 

— Não se preocupa com isso, Ricchan, eu só queria te ajudar a relaxar. — E era verdade. Ace estava pingando em sua calcinha, mas não ligava para isso. Podia se aliviar sozinha, só queria que Riddle se sentisse melhor e cansada o suficiente para dormir tranquilamente. 

— Isso não é justo, Ace. — Resmungou sua namorada, agora se levantando de seu colo. Ela cambaleou um pouco, ainda sentindo as sensações de um orgasmo intenso. 

— Ricchan, sério. Não precisa se preocupar com isso… — Disse seriamente, balançando as mãos. 

Riddle, no entanto, simplesmente começou a se abaixar. Ace observou, estupefata, enquanto sua namorada ficava de joelhos naquele chão que com certeza não era nada confortável. 

Como se pensasse a mesma coisa, Riddle puxou o roupão esquecido e colocou onde ficaria antes de se ajoelhar em cima. 

Ela nada disse, apenas puxou o braço da cadeira giratória, fazendo com que Ace ficasse na sua frente. 

— Ricchan. 

— Shh. — Foi tudo o que ela disse antes de puxar as pernas de Ace até que estivessem abertas. 

Ace não pode evitar corar, piscando os olhos, realmente surpresa. Na sua cabeça, Riddle estaria tão cansada que iria adormece ali mesmo e como a boa namorada que era, Ace a levaria para a cama e a deixaria dormir lindamente. 

Ser chupada não estava nos planos, mas quem era ela para reclamar? 

As bochechas de RIddle estavam muito vermelhas, mas seus olhos tinham determinação. Ela puxou o short de Ace, dando um tapinha na cintura dela, deixando bem claro o que queria que fizesse e como sempre, Ace atendeu ao pedido e se levantou rapidamente, deixando que a roupa deslizasse por suas pernas, contudo, esperou que fosse ser retirada completamente… O que não aconteceu.

Riddle abriu um sorrisinho sacana que fez o coração de Ace pular e então, ela fez com que Ace levantasse as pernas, ao mesmo tempo que puxava a calcinha dela toda para o lado e se enfiava no meio. 

Ace entendeu o que sua namorada queria e segurou suas coxas, fincando as unhas na pele, gemendo antecipadamente. 

Com um olhar extremamente sedutor, Riddle simplesmente começou a devorá-la. Sua língua passava com vontade, cada chupada em seu clitóris a fazia ver estrelas, a cabeça pendida para trás, gemidos altos escapando. Suor escorria por sua testa e suas coxas protestavam por estar naquela posição por um tempo, mas nem mesmo ligou. Cada vez que Riddle enfiava sua língua dentro dela, Ace tremia, fincando ainda mais as unhas em sua pele, tão forte que sangue começou a escorrer. 

Riddle levantou a cabeça, pré-gozo e saliva ao redor de sua boca, ela passou a língua por cima. 

— Você tem um gosto tão bom, Ace. — Disse com um sorrisinho e voltou a ação. 

Ace soltou um gemido muito alto, completamente possuída por aquela sensação maravilhosa. A língua de Riddle sabia exatamente o que fazer, muito experiente. Ace tinha certeza que estava no paraíso. Cada fagulha de prazer aumentava o fogo em seu baixo ventre, aquele orgasmo estava para chegar e ela tinha certeza que quando chegasse, seria o melhor de sua vida. 

— Riddle! — Gemeu extremamente alto, fechando as pernas ao redor da cabeça da ruiva. 

O barulho de sucção se misturava com o da língua dela passando por sua lábia. Ace revirou os olhos quando dois dedos a adentraram junto com a língua de Riddle. 

— Riddle, Riddle… — Ela gritou, tremendo e fechando ainda mais as pernas, quase sufocando sua namorada em sua vagina. Seria um pensamento cômico se Ace não estivesse tendo o orgasmo mais intenso de sua vida. 

Cada parte de seu corpo parecia pegar fogo e ela transpirava, gemia, pedia por mais. Riddle continuou a fodendo durante aquela explosão de estrelas e quando Ace abriu as pernas, essas que caíram com tudo no chão, cansadas e suadas, Riddle finalmente se afastou. 

— Mais relaxada, eu imagino? — Perguntou a ruiva mais velha, rindo com certo deboche. Ace queria dar alguma resposta à altura, mas ver sua namorada lambendo seus resíduos em na face a deixou completamente sem palavras. — Vamos, Ace, vamos dormir. 

No fim, supunha Ace, ela conseguiu o que queria. Riddle não falou sobre terminar de assinar papéis, simplesmente a ajudou a colocar de volta sua roupa e a levou para a cama, onde se aninharam pertinho uma da outra. 

O fato de estarem suadas e sujas não importou muito no momento, pois estavam cansadas demais para ligar para isso. 

— Eu te amo. — Ace sussurrou contra o cabelo de Riddle, essa que se remexeu e a abraçou mais apertado. 

— Eu te amo também, Ace.